quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Copos descartáveis podem ser substituídos por copos comestíveis
"Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, o escritório de design norte-americano The Way We See The World desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.
Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.
Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.
O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.
Quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas. Boa ideia ou não?"
Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nem-descartavel-e-nem-de-vidro-copo-comestivel-de-alga-pode-ser-solucao-para-meio-ambiente/
Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.
Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.
O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.
Quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas. Boa ideia ou não?"
Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/nem-descartavel-e-nem-de-vidro-copo-comestivel-de-alga-pode-ser-solucao-para-meio-ambiente/
segunda-feira, 11 de abril de 2011
terça-feira, 9 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
BodyTalk, um sistema revolucionário de tratamento em saúde!
Ele atua na sincronização dos sistemas energéticos de modo que eles voltem a operar saudavelmente. Objetiva-se a reconexão de linhas de comunicação entre átomos, células e sistemas, que foram comprometidas devido ao estresse cotidiano, levando à diminuição do bem estar físico e mental. O reequilíbrio dessas ligações possibilita que os mecanismos corporais funcionem plenamente, acelerando o processo de cura e prevenindo doenças.
Através do biofeedback neuromuscular o terapeuta entra em contato com a sabedoria inata do cliente. Utilizando o protocolo de BodyTalk, ele averigua que circuitos de comunicação são prioritários e em que ordem essas ligações precisam ser restabelecidas para que o processo de cura ocorra de modo mais efetivo.
Atendimentos
Em outubro e novembro sessões gratuitas no Instituto ISI!
Marcações pelos telefones: 3329-3645/9892-1955/8790-8582
Katia Miguel e Fernanda Alcantara
Instituto ISI: Avenida das Américas, 10101 – Bl. 01 - Cobertura 301, Barra da Tijuca - Rio de Janeiro, RJ
Maiores informações sobre o Sistema BodyTalk:
http://bodytalkbr.blogspot.com/
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Sobre uma família Sustentável!
http://www.youtube.com/watch?v=PaOnCsgdPS0
http://www.youtube.com/watch?v=xld45X0bKyY
Galera, os links acima é sobre uma familia que construiu uma chácara "urbana" - por nao ser isolada. Nele, podemos ver como essa família 'sustenta' esse modo de vida e como ele de certa forma foi se constituindo.
Beijo a todos!
http://www.youtube.com/watch?v=xld45X0bKyY
Galera, os links acima é sobre uma familia que construiu uma chácara "urbana" - por nao ser isolada. Nele, podemos ver como essa família 'sustenta' esse modo de vida e como ele de certa forma foi se constituindo.
Beijo a todos!
sábado, 6 de fevereiro de 2010
"Escuta, Zé ninguém!"
"Não fujas! Tem ânimo e contempla-te.
“Que direito tem este tipo de dizer-me o que quer que seja?”
Leio esta pergunta nos teus olhos-amedrontados. Ouço-a na sua impertinência, Zé Ninguém.
Tens medo de olhar para ti próprio, tens medo da crítica, tal como tens medo do poder que te prometem e que não saberias usar.
Nem te atreves a pensar que poderias ser diferente: livre em vez de deprimido, direto em vez de cauteloso, amando às claras e não mais como um ladrão na noite.
Tu mesmo te desprezas, Zé Ninguém, Dizes: “Quem sou eu para ter opinião própria, para decidir da minha própria vida e ter o mundo por meu?”
E tens razão: Quem és tu para reclamar direitos sobre a tua vida? Deixa-me dizer-te.
Diferes dos grandes homens que verdadeiramente o são apenas num ponto: todo o grande homem foi outrora um Zé Ninguém que desenvolveu apenas uma outra qualidade: a de reconhecer as áreas em que havia limitações e estreiteza no seu modo de pensar e agir.
Através de qualquer tarefa que o apaixonasse, aprendeu a sentir cada vez melhor aquilo em que a sua pequenez e mediocridade ameaçavam a sua felicidade.
O grande homem é, pois, aquele que reconhece quando e em que é pequeno.
O homem pequeno é aquele que não reconhece a sua pequenez e teme reconhecê-la; que procura mascarar a sua tacanhez e estreiteza de vistas com ilusões de força e grandeza, força e grandeza alheias. Que se orgulha dos seus grandes generais, mas não de si próprio. Que admira as idéias que não teve, mas nunca as que teve.
Que acredita mais arraigadamente nas coisas que menos entende, e que não acredita no que quer que lhe pareça fácil de assimilar."
(Trecho do Texto "Escuta, Zé ninguém!", de W. Reich)
“Que direito tem este tipo de dizer-me o que quer que seja?”
Leio esta pergunta nos teus olhos-amedrontados. Ouço-a na sua impertinência, Zé Ninguém.
Tens medo de olhar para ti próprio, tens medo da crítica, tal como tens medo do poder que te prometem e que não saberias usar.
Nem te atreves a pensar que poderias ser diferente: livre em vez de deprimido, direto em vez de cauteloso, amando às claras e não mais como um ladrão na noite.
Tu mesmo te desprezas, Zé Ninguém, Dizes: “Quem sou eu para ter opinião própria, para decidir da minha própria vida e ter o mundo por meu?”
E tens razão: Quem és tu para reclamar direitos sobre a tua vida? Deixa-me dizer-te.
Diferes dos grandes homens que verdadeiramente o são apenas num ponto: todo o grande homem foi outrora um Zé Ninguém que desenvolveu apenas uma outra qualidade: a de reconhecer as áreas em que havia limitações e estreiteza no seu modo de pensar e agir.
Através de qualquer tarefa que o apaixonasse, aprendeu a sentir cada vez melhor aquilo em que a sua pequenez e mediocridade ameaçavam a sua felicidade.
O grande homem é, pois, aquele que reconhece quando e em que é pequeno.
O homem pequeno é aquele que não reconhece a sua pequenez e teme reconhecê-la; que procura mascarar a sua tacanhez e estreiteza de vistas com ilusões de força e grandeza, força e grandeza alheias. Que se orgulha dos seus grandes generais, mas não de si próprio. Que admira as idéias que não teve, mas nunca as que teve.
Que acredita mais arraigadamente nas coisas que menos entende, e que não acredita no que quer que lhe pareça fácil de assimilar."
(Trecho do Texto "Escuta, Zé ninguém!", de W. Reich)
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