terça-feira, 26 de outubro de 2010

BodyTalk, um sistema revolucionário de tratamento em saúde!


BodyTalk é uma terapia holística que trabalha com o corpo em seu processo de cura, de modo não-invasivo e sem efetuar diagnósticos.


Ele atua na sincronização dos sistemas energéticos de modo que eles voltem a operar saudavelmente. Objetiva-se a reconexão de linhas de comunicação entre átomos, células e sistemas, que foram comprometidas devido ao estresse cotidiano, levando à diminuição do bem estar físico e mental. O reequilíbrio dessas ligações possibilita que os mecanismos corporais funcionem plenamente, acelerando o processo de cura e prevenindo doenças.

Através do biofeedback neuromuscular o terapeuta entra em contato com a sabedoria inata do cliente. Utilizando o protocolo de BodyTalk, ele averigua que circuitos de comunicação são prioritários e em que ordem essas ligações precisam ser restabelecidas para que o processo de cura ocorra de modo mais efetivo.


Atendimentos
Em outubro e novembro sessões gratuitas no Instituto ISI!

Marcações pelos telefones: 3329-3645/9892-1955/8790-8582
Katia Miguel e Fernanda Alcantara
Instituto ISI: Avenida das Américas, 10101 – Bl. 01 - Cobertura 301, Barra da Tijuca - Rio de Janeiro, RJ



Maiores informações sobre o Sistema BodyTalk:
http://bodytalkbr.blogspot.com/

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Sobre uma família Sustentável!

http://www.youtube.com/watch?v=PaOnCsgdPS0

http://www.youtube.com/watch?v=xld45X0bKyY

Galera, os links acima é sobre uma familia que construiu uma chácara "urbana" - por nao ser isolada. Nele, podemos ver como essa família 'sustenta' esse modo de vida e como ele de certa forma foi se constituindo.

Beijo a todos!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

"Escuta, Zé ninguém!"

"Não fujas! Tem ânimo e contempla-te.

“Que direito tem este tipo de dizer-me o que quer que seja?”

Leio esta pergunta nos teus olhos-amedrontados. Ouço-a na sua impertinência, Zé Ninguém.

Tens medo de olhar para ti próprio, tens medo da crítica, tal como tens medo do poder que te prometem e que não saberias usar.

Nem te atreves a pensar que poderias ser diferente: livre em vez de deprimido, direto em vez de cauteloso, amando às claras e não mais como um ladrão na noite.

Tu mesmo te desprezas, Zé Ninguém, Dizes: “Quem sou eu para ter opinião própria, para decidir da minha própria vida e ter o mundo por meu?”
E tens razão: Quem és tu para reclamar direitos sobre a tua vida? Deixa-me dizer-te.

Diferes dos grandes homens que verdadeiramente o são apenas num ponto: todo o grande homem foi outrora um Zé Ninguém que desenvolveu apenas uma outra qualidade: a de reconhecer as áreas em que havia limitações e estreiteza no seu modo de pensar e agir.

Através de qualquer tarefa que o apaixonasse, aprendeu a sentir cada vez melhor aquilo em que a sua pequenez e mediocridade ameaçavam a sua felicidade.

O grande homem é, pois, aquele que reconhece quando e em que é pequeno.

O homem pequeno é aquele que não reconhece a sua pequenez e teme reconhecê-la; que procura mascarar a sua tacanhez e estreiteza de vistas com ilusões de força e grandeza, força e grandeza alheias. Que se orgulha dos seus grandes generais, mas não de si próprio. Que admira as idéias que não teve, mas nunca as que teve.

Que acredita mais arraigadamente nas coisas que menos entende, e que não acredita no que quer que lhe pareça fácil de assimilar."

(Trecho do Texto "Escuta, Zé ninguém!", de W. Reich)

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

...enTre...

"O entre não é algo localizável no espaço, é um movimento transversal, um fluxo incessante, um devir. Como tal, não pode ser definido a não ser fragmentária e provisoriamente, na relação, podendo sempre ser outra coisa, outro signo, outro som".

BARROS, R. B. Grupo: A afirmação de um simulacro.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Alguns links interessantissimos

Galera, vou colocar aqui abaixo alguns links bem interessantes que venho acompanhando ha algum tempo.

Creio que possa ser util a muitos de voces assim como vem sendo a mim.

Os blogs e sites sao bastantes diversos, vou tentar classificar o conteudo apesar de alguns deles serem bem plurais no que diz respeito a isso.

- Artigos, textos, links, entrevistas, psicoativos, religiao, ciencia, sustentabilidade, permacultura, etc:
http://mundocogumelo.wordpress.com/

- Basicamente sobre Alimentação e sustentabilidade:
http://alimentacaoviva.blogspot.com/


-Permacultura e bioconstruçoes:
http://projethos.blogspot.com/


- Religiao, filmes, xamanismo, etc:
http://pistasdocaminho.blogspot.com/

(documentario com Alan Moore, genial!)
http://pistasdocaminho.blogspot.com/search?q=Alan+Moore

- Canal de videos, sobre religiao, praticas zen, psicologia, etc:
(recomendo os videos de Terence McKenna)
http://www.youtube.com/user/JoeTheEagle

-Porta curtas da Petrobras - documentario sobre sabedoria popular sobre plantas psicoativas: (alem de informativo, engracado!)
http://www.portacurtas.com.br/pop_160.asp?cod=1930&Exib=1


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Música como princípio organizacional

Galera, este é um trecho do capítulo que dá título a esta postagem do livro "Zona Autônoma Temporária", de Hakim Bey. Quem quiser o livro completo, clique aqui.

Por isso, dentre os experimentos do período entre-guerras eu me concentrarei na impulsiva República de Fiume, que é menos conhecida e não foi criada para durar. Gabriele D’Annunzio, poeta decadente, artista, músico, esteta, mulherengo, doidivanas aeronauta pioneiro, bruxo negro, gênio e mal-educado, emergiu da Primeira Guerra Mundial como herói e com um pequeno exército à sua disposição e comando: os arditi. Ávido por aventura, ele decidiu capturar a cidade de Fiume, na Iugoslávia, e entregá-la para a Itália. Depois de uma cerimônia necromântica com sua amante num cemitério de Veneza, ele partiu para a conquista de Fiume, e foi bem-sucedido sem nenhum problema digno de ser mencionado. Porém a Itália recusou sua oferta generosa. O primeiro-ministro chamou-o de idiota.


Ofendido, D’Annunzio decidiu declarar independência e ver por quanto tempo conseguiria mantê-la. Ele e um de seus amigos anarquistas escreveram a Constituição, que instituía a música como o principio central do Estado. A Marinha (composta por desertores e sindicalistas anarquistas dos estaleiros de Milão) se autonomeou Uscochi, em homenagem aos antigos piratas que em tempos passados viviam nas ilhas da região e saqueavam os navios venezianos e otomanos. Os modernos uscochi foram bem-sucedidos em alguns de seus golpes malucos: vários polpudos navios mercantes italianos de repente deram à República um futuro: dinheiro em seus cofres! Artistas, boêmios, aventureiros, anarquistas (D’Annunzio se correspondia com Malatesta), fugitivos e refugiados sem pátria, homossexuais, dândis militares (o uniforme era preto com a caveira e os ossos cruzados dos piratas - depois roubado pela SS) e excêntricos reformadores de toda espécie (incluindo budistas, teosofístas e seguidores do vedanta) começaram a aparecer em Fiume aos bandos. A festa não acabava nunca. Toda manhã, do seu balcão, D’Annunzio lia poesia e manifestos; toda noite havia um concerto, seguido por fogos de artifício. Nisso se resumia toda a atividade do governo. Dezoito meses mais tarde, quando o vinho e o dinheiro haviam terminado e a frota italiana finalmente apareceu e arremessou alguns projéteis contra o Palácio Municipal, ninguém tinha energia para resistir."